quinta-feira, setembro 27, 2007

Dia do Turismo " Lá Fora "


Há cidades que mais parecem países.
Entre o Ocidente e o Oriente fica Istambul, para ligar os dois continentes - Europa e a Ásia - basta uma travessia de barco ou percorrer a ponte.
Istambul, é um ponto de encontro que nunca desilude os viajantes.
A Mesquita Azul, deve o seu nome aos azulejos azuis de Iznik, que decoram o seu interior, começaram a ser produzidos em grande quantidade em (1520-66).
-Neste dia, pretendi, "lembrar", o Inesquecível !!!

Fotografia , Carlos Amoroso - Painel de azulejos Iznik , Museu Caloust Gulbenkian

terça-feira, setembro 25, 2007

Parabéns Carolina !

«Que o dia mais feliz do teu passado
Seja o mais triste do teu futuro»

(May the happiest day of your paste
Be the saddest day of your future).

"Beijinho de Parabéns" -Amigas da ASAS - Fotografia cedida pelo Gil

domingo, setembro 23, 2007

Brando Outono


Se deste outono uma folha,
apenas uma, se desprendesse
da sua cabeleira ruiva,
sonolenta,
e sobre ela a mão
com o azul do ar escrevesse
um nome somente um nome,
seria o mais aéreo
de quantos tem a terra,
a terra quente e tão avara
de alegria.

Eugénio de Andrade - Fotografia Teresinha Amoroso

sexta-feira, setembro 21, 2007

Ceropegia / ASCLEPIADACEAE

Corações-desfeitos
As ceropegias são plantas suculentas de caules rastejantes que formam tubérculos. Precisam de sol directo velado. Não gostam de muita água. Das suas axilas surgem pequenas flores, no verão. A temperatura ambiente normal é a apropriada para as ceropegias durante todo o ano.
Plantas de interior - Sel. Reader`s Digest - Fotografia, Teresinha A.

quarta-feira, setembro 19, 2007

"Onde a terra descansa junto ao rio..."

e o verde rivaliza...
com o azul, deixando adivinhar, o branco... DOCE
Encontro de Revianos
Para,celebrar a vida e reaver colegas e amigos.
O dia esteve luminoso! As conversas foram,ao sabor da "corrente"...entrecortadas por gargalhadas de, "azul".
Um azul profundo, que corre a seus pés, transformado em rio, de nome, Zêzere.
Um belíssimo grupo animado e jovial, que celebrou e brindou à VIDA.
- A cada um que por motivo de força maior não conseguiu marcar presença, foi, "MUITA GENTE"... que nos fez falta!
- A cada um que concretizou essa presença, foi concerteza,
"MUITA GENTE", que brindou por todos, os presentes e os ausentes.
Fotografia - teresinha e carlos amoroso

sexta-feira, setembro 14, 2007

O Génio e o Excêntrico


Dalí contava que ao comer um queijo Camembert lhe viera à mente o motivo dos relógios moles. «Estejam cientes de que os relógios moles de Salvador Dalí, não são outra coisa do que o macio extravagante e solitário paranóico-crítico Camembert do espaço e do tempo».
Este motivo irá aparecer também em muitos dos seus quadros posteriores.
" A única diferença entre mim e um louco, é que eu, não sou louco".
Salvador Dalí
Conroy Madox - Salvador Dalí 1904-1989 - O Génio e o Excêntrico
Fotografia - Fátima Miranda / Viagem a Londres, ASAS

terça-feira, setembro 11, 2007

Voltei com "Travo Agridoce"

CONSERVA DE BETERRABA
Arranque as folhas com a mão, ponha a cozer em água temperada c/ sal. Depois de cozida, (leva mais ou menos, vinte minutos) deixa-se arrefecer completamente na água onde cozeram.Pica-se uma cebola, com 2 dcl. vinho tinto; 2 dcl. vinagre; 1 colher (chá) de sal; 1 colher (chá) de açúcar. Guardar em frascos na prateleira de baixo do frigorífico.

Nota: Podem colocar-se nos frascos, inteiras, ou em rodelas grossas. Utilizar passados alguns dias.
( Para quem for apreciador. Acompanha prácticamente todo o tipo de peixe ou carne.)
Fotografia e Conserva / Teresinha

segunda-feira, setembro 03, 2007

Apeteceu-me... e pronto!

DOCE, DELÍCIA...
Ingredientes:
Três colheres (sopa) , farinha "Custard" (encontra em qualquer supermercado)
Um litro de leite
Três colheres (sopa) de açúcar, bem cheias
- Numa tigela juntar a farinha "Custard", com um pouco de açúcar e parte do leite. Desfazer bem e levar ao lume com o resto do leite e do açúcar. Deixar ferver. Passar bolacha "Maria" por café, não muito quente, e pôr numa taça em camadas alternadas de creme e bolachas.
Depois de frio cobre-se o preparado com natas batidas com açúcar a gosto.
Por cima, chocolate raspado.
Come-se, bem GELADINHO!!!... Antes que o Verão acabe! Bom apetite!
Convém ser feita no dia anterior.
( a diferença do chamado, "Doce da Casa", está na farinha. Tem de ser, Custard )
Fotografia - Teresinha

sexta-feira, agosto 31, 2007

Um Pôr do Sol

A beleza deste ocaso
esplêndido
afoga
fascina
oprime
A sombra avança
lança
me
em
braços vazios

Ana Hatherly - Rilkeana ( fotografia Aurora Graça)

quinta-feira, agosto 30, 2007

ANO - PRIMEIRO

CAMILA
Carinha "laroca"
Adoça os meus olhos de
Matizes serenos
Inegualáveis Árias de
Luz, que empresta à Lua, às Estrelas e ao Sol.
Alvorada dos dias do futuro desenhados pela mão de uma criança...
Com beijnhos de parabéns da tia Teresinha -" De pequenina, é que se aprende"...!
Fotografia - Gustavo Tente - Acróstico, Teresinha

domingo, agosto 26, 2007

" Sete Rosas Mais Tarde "

" Sete Rosas Mais Tarde "
As palavras que ficam por escrever...
E, por dizer...

Mil-folhas
" Um mil-folhas não é um bolo inocente. Se fosse um jesuíta, era mais coisa para Fernando Rosas. Se fosse um bolo de arroz, cheio de tradições neo-realistas de leitaria, teríamos certamente Carlos Carvalhas. Já um queque remete para tias e Paulo Portas. Quanto ao mil-folhas, elas, as folhas, podem ser os inúmeros arquivos das secretarias (não informatizadas), mas também a eterna sede de leitura de livros sem fim onde em cada folha ecoam mil folhas de sentidos e interpretações - e onde cada um de nós se encontra, e de si decide, a folhas tantas. Antes que, maravilha dos sinais do mundo, um pássaro negro pouse suavemente sobre os nossos ombros, e a tarde caia".

( De A Folhas Tantas, in Crónicas no Fio do Horizonte )
Fotografia (arquivo) Sic Notícias - Programa "Páginas Soltas"

quinta-feira, agosto 23, 2007

Pintado de Azul

[...]
Estou diante do branco que me espera:
hei-de cruzar as cores do sangue
na sacra diagonal do universo
e abrir arenas onde lutam o ocre e o marfim.

Irei descobrir que não há mundo, que noventa
por cento da matéria não existe:
devo colorir esse vazio, o tempo urge
no pincel que canta o seu império
feito de enigmas à janela.

Deixem-me pintar o tempo de uma tela:
acabarei sempre em azul.
[...]
Deserto Pintado - Isabel C. Pires. - Fotografia, Teresinha -
(Com votos de muitas Felicidades p/ Laura)

terça-feira, agosto 21, 2007

Trago "sal"...na bagagem

regresso
aqui começa a viagem...
no enlace do vento, no sopro das borboletas,
na invasão das muralhas de flores.

mudo-me para o paladar dos teus dedos em
geometrias perfeitas picotadas por balas de pólen.
sopras em todas as direcções

alimentas colheres com asas na morte
perfeita da boca sem sombras.
afoga-me
na boca dos pássaros, nas asas dos lençóis
abraça-me no suicídio do vento

canibal do sal - nuno albuquerque vaz

domingo, agosto 12, 2007

Até já ...

- A LER ...URBANO -
Escritor do Alentejo, das suas gentes e das suas paisagens, é também romancista e contista de Lisboa e de outras atmosferas cosmopolitas .

sábado, agosto 11, 2007

AO CONTRÁRIO DAS ONDAS

[...]
Cá vou, Sabina, palmilhando com as minhas sandálias este solo arenoso e traiçoeiro das dunas e da vida, de olhos postos no horizonte, para lá da Ria Formosa, e em ti, amada fria, que te distancias da tua margem, incrédula de todo o sonho, e apesar de tudo o vais seguindo , como nós.
Olha, uma garça irmã da luz esvoaça sobre as águas. É nossa amiga também, como diria Zeca Afonso, e vai possivelmente e sem o saber, levar o sopro da vida ou a sua ilusão a outros seres iluminados, animais sedentos, folhas encharcadas de sol, bosques despenteados, insectos e outras formas da natureza que tudo somos..
O ar mexido, o facto de pouco ter dormido e querer enxotar tristezas, a comoção de todas as coisas que estou vendo e sentindo empurram-me para ti, tão longe...
[...]
Urbano Tavares Rodrigues - Ao Contrário das Ondas / Romance

quarta-feira, agosto 08, 2007

Gulodices...e Flores

Gulodices
... e Flores
VERÃO
Gosto do cheiro azul da luz
e do amarelo que se espalha em baforadas.
Posso subir ao céu com olhos claros
e ouvir o som das andorinhas:
a terra vem até mim
e pinta-me por dentro rosas encarnadas
Deserto Pintado - Isabel C. Pires
Para a Margarida no seu 5º Aniversário -Fotografia, Aurora Graça ( minha mana "caçula")

segunda-feira, agosto 06, 2007

vendaval

deixa passar o vento...
o sopro carrega os silêncios que amontoas
no bolso, dos gritos suplicantes que emergem
da copa das árvores

promessas escorridas do horizonte áspero,
floresta vigilante sem animais nocturnos.

sacode do corpo os ninhos onde brotam os
letreiros de luto e mortificação das asas.

lança,
vomita silêncios afiados,
voa,
tortura-me os ouvidos com a agitação do
vento...

canibal do sal - nuno albuquerque vaz
(prémio literário Ordem dos Advogados - menção poesia - 2007) , fotografia teresinha

sexta-feira, agosto 03, 2007

Bocelli

A Joana estava na altura dos factos a estudar em Lisboa. Todos os fins de semana eram passados em casa dos pais. Vinha de combóio à sexta-feira e regressava a Lisboa ao Domingo à tarde.
Um dia apercebeu-se que, nas traseiras da casa onde morava em Lisboa, apareceu, uma gata com uma ninhada de cinco gatinhos. Não exitou, meteu a mãe (gata) e todos os gatinhos numa cesta, pegou neles e levou-os de combóio até ao Entroncamento, para casa dos pais.
A mãe da Joana ao deparar-se com tal situação, ficou aflita ( a filha trouxera-lhe para casa uma ninhada de gatos esfomeados e cheios de pulgas, a mãe (gata) doente e muito fraca...
- Foi "tudo" directo para o veterinário.
Depois de concluidos todos os requisitos para se tornarem numa ninhada saudável, ficaram todos lá em casa até ficarem em condições físicas de serem acolhidos por novos donos.
- E assim foi! Mas o BOCELLI, ficou!
Fez companhia a mais dois gatos que já existiam lá em casa. Decidiu começar desde logo a olhar para as novas tecnologias. Nada aprendeu afinal!
Ainda hoje passados um bom par de anos o BOCELLI ,continua a passear-se lá por casa e a dormir belas sonecas deitado em cima de um qualquer computador; em cima da máquina da roupa e da TV.
Tem sete... ou por outra, tem uma, "VIDA (e) É BELA"...
História verídica - Texto Teresinha - Fotografia Aurora

terça-feira, julho 31, 2007

" Amabilidade " da Natureza

Há na nossa existência lugares do tempo,
Que preservam em clara permanência
Uma virtude que renova...
Quando é alto que estamos, e caídos nos levanta.
A Arte de Viajar - Alain de Botton . Fotografia - Teresinha

quinta-feira, julho 26, 2007

26 Julho / Dia Mundial dos Avós




As Hortênsias da Avó Hermínia

Hydrangea Saxifragaceae / Hortênsia, ou novelo- da-china
Arbustos de crescimento rasteiro que em geral atingem uma altura e envergadura de mais de 6o cm. As flores apresentam botões esverdeados que quando abrem podem ser brancos, cor-de-rosa, vermelhos purpúreos ou azuis. A cor das flores é afectada pelo grau de acidez ou alcalinidade da terra em que se desenvolvem.
Grande Livro das Plantas - Selecções do Readers Digest

[...]
Segue o teu grande caminho
As estrelas que encontrares
São como TU mesmo -
Pois o que são as Estrelas senão
Asteriscos
Para sinalizar uma Vida humana
Emily Dickinson - Poemas e Cartas ( c. 1885 ) - fotografia, Teresinha - Dedico a todos os avós no dia de hoje

domingo, julho 22, 2007

Pés na areia

Dai-me o sol das águas...

ESPERA-ME
Nas praias que são o rosto branco das amadas [mortas
Deixarei que o teu nome se perca repetido

Mas espera-me:
Pois por mais longos que sejam os caminhos
Eu regresso
Sophia de Mello Breyner - Coral - Obra Poética
Fotografia - Teresinha Amoroso

segunda-feira, julho 16, 2007

" Sem abrigo "...

Os olhos dos animais

Que triste o olhar do cão! Até parece
Mais um queixume, um íntimo lamento
Da noite interior que lhe escurece
O coração, que é todo sentimento
[...]
Chora, em todo o crepúsculo, a tristeza.
E, além do ser humano, a Natureza
É lívida penumbra feita de ais...

Por isso, o vosso olhar de escuridão
É mais lágrima ainda que visão,
Ó pobres e saudosos animais!
Teixeira de Pascoaes - Antologia - Poemas com Animais
Fotografia - Carlos Amoroso - em, Valença do Minho

quarta-feira, julho 11, 2007

Fechar em Beleza - "Com gente da Serra"


Ana Filipa, sobrinha / André, futuro sobrinho
Parabéns a todos, que proporcionaram momentos inesquecíveis!

( Fotos -Rádio Cidade de Tomar)

domingo, julho 08, 2007

Gente Pequena / Grande Gente...

Cortejo dos Rapazes - Festa dos Tabuleiros - Tomar Cidade dos Templários
Início do cortejo

Janelas engalanadas

Papoilas e pão

Eu levo agora

Transporte do vinho

Será que cai?

Ternura

Segurança e apoio.

Flores... de Tomar

Colorido / vermelho, amarelo.

Um belo músico

Um, cavalheiro!
Bênção dos Tabuleiros

Mil e oitocentas crianças, meninos e meninas, num desfile pelas ruas da cidade. Os mais pequeninos com cestas de flores, de várias cores, onde predomina o vermelho das papoilas.
Os mais crescidos: elas transportam os tabuleiros à cabeça, enquanto os rapazes seguem seu lado para ajudarem sempre que as raparigas estiverem cansadas, (neste caso eles transportam o tabuleiro ao ombro). Elas vestem de branco, e fita traçada no peito e à cintura, da cor das flores do tabuleiro. Eles, calça escura; camisa branca; gravata da cor das flores e barrete ao ombro. Os tabuleiros carregam pães. São rematados pela Cruz de Cristo, ou pela Pomba do Espírito Santo. É uma festa de devoção ao Espírito Santo.
Depois do desfile concentram-se todos na Praça Gualdim Pais, em frente da Igreja, onde é feita a bênção dos tabuleiros, do pão; da carne e do vinho, que seguem em andores, e simbolizam a entrada, na localidade dos bois para sacrifício, porque no final dos festejos era um «bodo» de confraternização. Compõe -se de:
carruagens de cavaleiros, rematado pelos bois de hastes decoradas, carros de pão, carne e vinho, que eram distribuídos pelos mais necessitados. «Pêza» é o nome do quinhão por cada habitante.
Chamada a Festa da Fertilidade, cuja origem não está determinada. Pensa-se que foi por mão da Raínha Santa Isabel, mulher de D. Dinis - com a presença de elementos ligados às colheitas e a ritos de fertilidade
(pão, espigas). Tomar, Cortejo dos Rapazes - Julho 2007
Texto e fotografias - Teresinha e Carlos Amoroso

sexta-feira, julho 06, 2007

Bordado na Pedra


Um dos mais emblemáticos portais de estilo manuelino, com alguns laivos de gótico, bem patente no portal principal da Igreja Matriz da Golegã. Localizada na principal praça desta cidade Ribatejana.
Natural da terra, o escritor José Saramago afirmou que esta Igreja « é um estilo manuelino, o que de mais belo existe entre templos rurais».
Percursos para viver melhor / Diário de Notícias - Fotografia - Teresinha
(Para Kanuthia)